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Archive for January, 2006

Piu-Piu, Super-Homem e até mesmo Homer Simpson podem estampar a capa do seu iPod vídeo. A Iconz está vendendo estas e outras quatro capinhas, ilustradas por personagens mais do que conhecidos do público.

Fotos: veja as capinhas

No site www.xtrememac.com/cases/video/iconz.php é possível conferir as capinhas, que custam US$ 29,95. Por enquanto, infelizmente, elas só estão disponíveis para compradores nos Estados Unidos.

Fonte: Terra Tecnologia

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  • O Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança (CAIS) publicou um alerta sobre a preocupação que especialistas e a comunidade de segurança em geral têm demonstrado em relação ao novo worm Nyxem.E, também chamado de Win32/Mywife.E@mm, Kamasutra ou Blackmal. Os motivos são a rápida disseminação da praga e o fato de que, no próximo dia 3 de fevereiro, o worm deverá apagar diversos arquivos dos computadores infectados.

    Os especialistas recomendam que os usuários de computador se protejam atualizando seus softwares antivírus e ativem firewalls, que podem impedir a propagação do worm por pastas compartilhadas. E, é claro, mantenham a atenção com mensagens desconhecidas e anexos de e-mail. Para as máquinas já infectadas, a Symantec criou uma ferramenta de remoção do worm.

    O Kamasutra, identificado no dia 20 de janeiro, tem se espalhado pela Internet através de e-mails com anexos infectados e compartilhamento de pastas entre sistemas remotos. O worm está programado para, no dia 3 de cada mês, apagar todo o conteúdo de arquivos com as extensões .doc, .xls, .mdb, mde, .ppt, .pps, .zip, .rar, .pdf, .psd e .dmp, que estejam presentes nos sistemas atacados. O conteúdo original dos arquivos é substituído pelo texto “DATA Error 47 0F 94 93 F4 K5″.

    A praga tem se propagado com grande velocidade, apesar de casos anteriores de worms que se disseminaram mais rapidamente. Segundo os dados divulgados pelo CAIS, o Kamasutra já infectou mais de 700 mil máquinas no mundo.

    O apelido do worm provém do fato de que o corpo das mensagens infectadas menciona figuras do famoso livro indiano Kamasutra, que descreve posições eróticas entre um homem e uma mulher. O Nyxem.E pode criar numerosas cópias de si mesmo, com nomes como “WinZip,zip.scr” e “Photos,zip.exe”. Os múltiplos espaços criados antes da verdadeira extensão do arquivo infectado podem ser tantos, que impedirá sua visualização numa lista de arquivos ou nos e-mails. Outro disfarce é o ícone que representa o arquivo, semelhante aos ícones criados pelo programa de compressão WinZip.

    Além da capacidade de apagar arquivos com as extensões mencionadas, o Kamasutra insere o valor “ScanRegistry scanregw.exe /scan” na seguinte chave do registro do Windows: HKEY_LOCAL_MACHINESoftwareMicrosoftWindowsCurrentVersionRun. Isso faz com que a praga seja executada toda vez que o sistema é iniciado. O worm também recarrega o registro com esses dados, caso haja modificações no local.

    Outra ação do worm é deletar arquivos ou chaves do registro associados a produtos de proteção, como os antivírus Norton, McAfee, PC-Cillin (Trend Micro), AVG e Kaspersky, ou a programas de compartilhamento, como BearShare e LimeWire.

    Fonte: Terra Tecnologia

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  • A Microsoft confirmou na quinta-feira (26/01) que está planejando criar um concorrente para o iPod, player de música digital da Apple que atualmente controla cerca de 75% do mercado de MP3 players nos Estados Unidos.

    Por anos, a companhia evitou a entrada no setor, fornecendo apenas softwares para que parceiros construíssem os seus próprios tocadores.

    A estratégia, porém, não deu muito certo – muitos usuários reclamaram de que certos tocadores não possuíam total integração com o Windows Media Player, causando problemas de sincronização e reconhecimento da tecnologia PlaysForSure, que atesta a compatibilidade do player com músicas adquiridas de lojas online.

    Em contraste, problemas entre o iPod e o iTunes, ambos da Apple, são praticamente inexistentes.

    A primeira reportagem a apontar os planos da Microsoft surgiu na BusinessWeek, nessa quinta-feira (26/01), quando fontes internas da companhia revelaram a existência de pesquisas para checar a possibilidade de lançar um MP3 player próprio no mercado.

    Enquanto a Microsoft afirma que tudo não passa de especulação, uma porta-voz da companhia confirmou que um tocador fazia parte do programa de reestruturação discutido ainda durante 2005. Apesar disso, nenhuma decisão oficial foi divulgada.

    A BusinessWeek, por sua vez, sugeriu que qualquer tocador da Microsoft teria outras funções fora tocar músicas. O diretor da divisão de Xbox na companhia, Peter More, sugeriu ainda que a marca “Xbox” é uma boa oportunidade e qualquer outro aparelho multimídia poderia muito bem carregar o logotipo do videogame.

    O vice-presidente da Jupiter Research, Michael Gartenberg, diz ainda que a criação de um aparelho desse tipo é um grande desafio. Para ele, as pessoas compram um PSP pelos games e, depois, para qualquer outra funcionalidade que ele oferecer. Com o iPod, a mesma coisa – primeiro por suas capacidades multimídia, depois por qualquer outra funcionalidade adicional.

    “Muito depende do que a Microsoft enxerga como mercado alvo para seu aparelho, bem como qual a importância da portabilidade como fator-forma”, disse Gartenberg à BusinessWeek.

    Bill Gates, de outro lado, defende que os usuários preferem diversos modelos diferentes de tocadores do que a singularidade do iPod. As vendas do player da Apple, porém, mostram que esse argumento – por enquanto – tem se mostrado errôneo.

    Analistas concordam que a posição da Microsoft parece fazer mais mal do que bem para a posição da companhia no mercado de música digital que, por sinal, é liderado de longe pela Apple.

    “A Microsoft precisa tomar o controle dessa situação se um dia quiser competir sob iguais condições com o iPod”, escreveu em seu blog o especialista em tecnologia Chris Pirillo. “Acredito que é imperativo para a Microsoft definir, pelo menos, uma linha de qualidade para todos os desenvolvedores que empregam a plataforma Windows Media”.

    Fonte: WebLivre.net

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  • Semana passada o GMail liberou uma alteração no seu visual. Pequena, mas significativa. Na tela principal do serviço de e-mail (na versão em inglês) foi inserido o botão Delete ao lado do botão de Spam.

    Aparentemente o Google não queria que as pessoas deletassem os e-mails, já que oferece espaço “de sobra” (uma jogada de marketing para o primeiro serviço de e-mail gratuito a romper a barreira de 1 GB de espaço), por isso o caminho para apagar mensagens era um pouco dificultado – e complicado para alguns usuários.

    Resta-nos esperar pela novidade na versão em português.

    Botão delete no GMail

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  • PC de luxo.

    O preço sugerido é de R$ 8.999. O valor dá uma idéia do que é capaz esse micro, que, quando se trata de potencial, de micro não tem nada. Trata-se de um mídia center. O Semp Toshiba MC1700 é rádio, TV (de 17 polegadas) e videocassete digital. O teclado e o mouse são sem fios, e a placa de som para cinco canais acompanha alto-falantes para grave embutidos. Conta com entrada para cartão de memória, disco rígido com 183 GB livres, processador Pentium 4 de 3 GHZ e 512 MB de memória RAM.

    O teclado e o mouse são sem fios, e a placa de som para cinco canais acompanha alto-falantes para grave embutidos
    O teclado e o mouse são sem fios, e a placa de som para cinco canais acompanha alto-falantes para grave embutidos

    Que tal???????

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  • Filed under: Eletrônicos
  • O Messenger e a baleia.

    Versão 8.0 do MSN está sendo testada.

    Semana passada, quando uma baleia escapou de sua rota e apareceu no centro de Londres, uma garota brasileira, em viagem, tirou seu celular do bolso, entrou no Messenger e contou a novidade a uma amiga brasileira ao mesmo tempo em que a BBC transmitia o boletim ao vivo por seu site na Web. Se quisesse, poderia ter fotografado e comentado o que estava vendo em seu blog – também conectado com o comunicador instantâneo da Microsoft. E esse é o espírito do novo Live Messenger: ligar pessoas, de qualquer jeito, de qualquer lugar. E fazer diferença na vida da gente.

    Quem usa o programa como um comunicador instantâneo de texto com emoticons no computador não vai sentir grandes diferenças nessa versão Beta que a Microsoft lançou no fim do ano passado. Vai perceber mudanças bacanas no design, na organização dos grupos de amigos e olhe lá.

    Mas fazer isso é a mesma coisa que usar o PC como máquina de escrever ou o celular para falar. Já na versão 7.5, o MSN Messenger permitia conversas por voz, vídeo, joguinhos online, troca de arquivos e uma grande gama de opções de personalização. E a versão 8.0 quer evoluir ainda mais.

    Uma das ferramentas mais bacanas, por exemplo, é a que deixa todos os integrantes da conversa interferirem nas músicas que o grupo está ouvindo. Pode parecer um detalhe bobo, mas, no ano passado, só a Apple vendeu 32 milhões dos seus iPods.

    E o comércio de música digital rendeu US$ 1,1 bilhão no mundo – isso sem contar os serviços piratas de troca! São números impressionantes que devem crescer mais neste ano, com a entrada das operadoras de celular na venda de músicas inteiras (não só trechos para ringtones) on air, ou seja, com compra realizada diretamente no aparelho.

    A diferença desse novo Messenger está aí: ele quer mudar a vida de quem usa, se tornando cada vez mais relevante. Para isso, a Microsoft vem investindo muito e cada vez mais na inversão da lógica do mercado digital.

    Antes, os usuários tinham que fazer cursos para aprender a operar um PC. Agora, as equipes de desenvolvedores de produtos convocaram antropólogos, sociólogos e outros especialistas em comportamento humano para entender o que o usuário precisa e fazer justamente o que ele quer. E, se ele deseja música e celular, é isso que ele terá.

    Não é por acaso nem por puxa-saquismo que o blog dos criadores do Live Messenger teve como um dos primeiros destaques a lista de atributos criados a partir dos desejos dos consumidores.

    Seja para um moleque dar em cima da menina mais bonita do colégio, seja para avisar que tem uma baleia em Londres a uma amiga em São Paulo, o Live Messenger parece mais perto do que nunca de se curvar a Sua Majestade, o Usuário.

    *Nasi é jornalista e, porque é um inquieto com novidades, não sossegou enquanto não se tornou um dos testadores do MSN, no início do mês.

    Blog dos desenvolvedores: http://spaces.msn.com/members/MessengerSays/
    Blog dos desenvolvedores: http://spaces.msn.com/members/MessengerSays/

    Interface: usar vai ficar ainda mais fácilInterface: usar vai ficar ainda mais fácil

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  • Filed under: Software
  • O período de recesso na Assembléia Legislativa poderá ser reduzido de 90 para 50 dias. A proposta foi definida ontem em conversa entre o presidente do Legislativo, Iradir Pietroski (PTB), e o deputado escolhido para sucedê-lo no cargo a partir do dia 31, Fernando Záchia (PMDB).

    A intenção é consultar os demais 53 parlamentares nas próximas semanas para obter consenso sobre o novo intervalo do recesso. Com pelo menos quatro parlamentares dispostos a propor corte das férias, Pietroski e Záchia pretendem que o projeto seja apresentado pela Mesa Diretora. A medida evitaria que um único deputado recebesse o crédito pela iniciativa, que poderia render dividendos eleitorais.

    Segundo o atual e o futuro presidentes da Casa, a pausa seria dividida em 15 dias na segunda quinzena de julho e 35 no verão, do final de dezembro ao final de janeiro. Caso os deputados obtenham o apoio da maioria, a proposta de emenda à Constituição do Estado deve ser protocolado na reabertura dos trabalhos, no dia 15 de fevereiro, em regime de urgência. A votação ocorreria em dois turnos até o final de março.

    Se a mudança aprovada em primeiro turno na Câmara dos Deputados permanecer em 55 dias de recesso, a Assembléia teria um intervalo menor do que o Congresso. Trinta e um dos 46 parlamentares ouvidos por Zero Hora demonstraram-se favoráveis a uma pausa de tempo inferior à negociada pela Câmara e pelo Senado. A tentativa de consenso, portanto, não deve encontrar dificuldades na Assembléia. Mas Záchia ressalva:

    - Temos de conversar bastante, com calma, para ver o que pensam os colegas, até porque alguns têm iniciativas próprias sobre a matéria.

    Os quatro parlamentares com propostas individuais – Elvino Bohn Gass (PT), Giovani Cherini (PDT), Jair Soares (PP) e Vilson Covatti (PP) – disseram estar abertos ao diálogo.

    Saiba mais
    As propostas de redução do recesso na Assembléia, hoje de 90 dias
    Elvino Bohn Gass (PT) – 30 dias (em período a ser negociado).
    Giovani Cherini (PDT) – 60 dias (julho e janeiro).
    Jair Soares (PP) – de acordo com o período adotado pelo Congresso.
    A Câmara dos Deputados aprovou na semana passada redução do recesso de 90 para 55 dias (de 23 de dezembro a 31 de janeiro e de 18 a 31 de julho). A proposta de emenda constituicional ainda pode sofrer alteração no Senado
    Vilson Covatti (PP) – 45 dias (30 dias em janeiro e 15 dias em julho).
    Como é hoje:
    > 90 dias (30 dias em julho e 60 dias entre 15 de dezembro e 15 de fevereiro).
    > Desde 2001 há propostas para reduzir o período de recesso dos deputados. A última tentativa de diminuir as férias parlamentares foi em 2004. O deputado Vilson Covatti (PP) propôs reduzir o recesso para 45 dias. Mas a decisão de extinguir, à época, o pagamento por convocação extraordinária impossibilitou acordo para o corte do recesso.
    > Dos 55 deputados gaúchos, pelo menos 46 – todos ouvidos por Zero Hora – são favoráveis à diminuição das férias. Desses, 31 parlamentares sugerem um período menor do que os 55 dias aprovados pela Câmara.

    Pietroski (E) e Záchia chegaram a consenso sobre tamanho do corte do recesso

    Fonte: Jornal Zero Hora.

    Esses políticos não tomam jeito, 90 dias de férias é muito tempo pra quem não faz quase nada e ainda por cima põe a mão e a “cueca” no dinheiro do povo, sendo pro bem deles tudo é aprovado em dois tempos, agora quando afeta-os em qualquer parte é uma enrolação do caramba mas fazer o que, eles é que tem o poder…

    O que vc acha da redução nas férias dos deputados???

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  • Filed under: Brasil
  • O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), lançado em 22 de janeiro de 1998 como um instrumento capaz de atemorizar os infratores e estancar a matança nas vias brasileiras, completou oito anos no domingo em passo acelerado para o descrédito. O calcanhar-de-aquiles do CTB reside na carência de instrumentos repressivos capazes de fazer valer a lei.

    No Rio Grande do Sul, só um em cada 50 motoristas passíveis de ter a licença suspensa por graves delitos de trânsito ou excesso de pontos na carteira foi efetivamente punido em 2005 conforme projeção baseada em números do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Os demais continuam transitando pelas vias, simplesmente porque as autoridades não têm gente suficiente para analisar os processos.

    Conforme estimativa do Detran, 82,5 mil motoristas autuados nos últimos três anos por graves crimes (como embriaguez) ou com mais de 20 pontos na carteira poderiam ter tido sua carteira suspensa. Mas só 1,5 mil deles (1,8% do total), aqueles suspeitos de dirigir alcoolizados, tiveram processos analisados pelo Detran. Os milhares de suspeitos de cometer outros 17 tipos de infrações continuam sem análise dos seus casos.

    A parte arrecadatória – aplicação de multas – vai bem. Foram 1,2 milhão de autuações em 2005, o que garante bom faturamento ao Estado e surte efeito pedagógico aos infratores. O problema acontece quando os motoristas resolvem recorrer contra a punição. Não faltam brechas jurídicas para quem deseja driblar a lei.

    Quem comete infrações no trânsito tem três chances de recorrer contra a autuação (multa) – e duas outras chances de recurso, antes de ter sua carteira cassada.

    - Os recursos fazem parte do processo democrático, mas advogados especializados em trânsito transformaram a protelação do pagamento de multas num método – diz João Batista Hoffmeister, diretor-técnico do Detran.

    O número de acidentes e feridos está em ritmo crescente, depois do impacto inicial do rigor do novo código. O total de feridos no Rio Grande do Sul, por exemplo, caiu de 18,8 mil em 1997 para 14,8 mil em 2000 e, quatro anos depois (em 2004, último dado disponível), superou 20 mil no ano. Apenas o número de mortos se mantém estável, o que está longe de ser um consolo.

    SAIBA MAIS:

    MULTAS
    No caso das multas, existem três instâncias de recurso contra autuações: a primeira, chamada Coordenadoria de Defesa de Autuação. A segunda, depois de emitida a multa, a Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari ). E a terceira, em caso de rejeição nos demais, o Conselho Estadual de Trânsito (Cetran), cujo recurso deve ser feito após pagamento. Todas são analisadas por funcionários do Detran. Como está a situação:
    - No campo da coordenadoria, instância criada há um ano, existem 15 mil defesas para serem analisadas. O Detran tenta atualizar o serviço, avaliando 40 por dia. A estimativa é de que leve um ano para colocar em dia o trabalho.
    - Nas Jaris e no Cetran, o serviço está em dia (o processo é despachado no mesmo mês).
    SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR
    É nos processos de casos mais graves e posteriores às multas, os de SDD (Suspensão do Direito de Dirigir), que ocorre o maior atraso no trabalho do Detran. Eles se dividem em dois tipos: por excesso de pontuação na carteira do motorista (acima de 20 pontos) ou por infrações graves (tipo embriaguez e outros 17 tipos). A situação:
    - Desde julho de 2003 o Detran não julga os SDD referentes a motoristas com excesso de pontos na carteira. O cálculo é de que estejam atrasadas 42,5 mil análises de processos desse tipo.
    - Deveriam ter sido abertos 40 mil processos de SDDs por infrações graves em 2005, mas só 1,5 mil se concretizaram. Os demais não foram abertos por falta de pessoal.
    O que especialistas dizem

    Especialistas não têm dúvidas de que a existência de no mínimo 81 mil motoristas autuados por graves infrações transitando por ruas e estradas do Rio Grande do Sul estimula a sensação de impunidade.
    João Fortini Albano, doutor em transportes e vinculado ao Laboratório de Transportes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS):
    Os que se acham mais espertos, os infratores contumazes, acabam incentivados por este emaranhado burocrático-jurídico. É preciso mais fiscalização preventiva, mais gente para acelerar julgamento de multas e processos e atualizar o valor das multas, que está defasado há uns cinco anos.
    Cristine Nodari, doutora em segurança viária, da UFRGS:
    Leis, sem fiscalização, perdem força. Além disso, as mortes ocorrem muito por má qualidade das estradas, que é outra causa.

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  • Filed under: Mundo
  • Micróbios a seu dispor.

    Os biólogos sintéticos pretendem ir além da engenharia genética, que freqüentemente envolve introduzir um único gene dentro de uma célula. O gene da insulina humana, por exemplo, é implantado em bactérias, que então fabricam a insulina usada como medicamento. Além disso, muitos projetos de engenharia genética têm envolvido múltiplos genes. Portanto, o número de genes, por si só, não é suficiente para definir biologia sintética. A diferença parece ter mais a ver com uma questão de mentalidade.

    - Estamos falando sobre utilizar a biologia para propósitos específicos, em vez de pegar a já existente e adaptá-la. Não precisamos necessariamente nos limitar àquilo que a natureza criou – diz Jay Keasling, da Universidade da Califórnia (EUA).

    Nova também é a abordagem de engenharia genética – o desejo de tornar o design das formas de vida mais previsíveis. Isso pode ser conseqüência do fato de que muitos dos principais pesquisadores desta área não são biólogos de formação. Ron Weiss, da Universidade Princeton (EUA), é cientista de computação. Michael Elowitz, da Caltech, é físico. Drew Endy, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), é engenheiro estrutural.

    Endy e seus colegas do MIT estão produzindo fragmentos de DNA chamados BioBricks, que podem realizar funções como “ligar” um gene ou fazer uma célula brilhar. Teoricamente, pelo menos, os BioBricks podem ser agrupados para construir dispositivos mais complexos, da mesma maneira que um engenheiro eletrônico pode reunir transistores, resistores e osciladores para montar um circuito elétrico.

    Cientistas das universidades da Califórnia e do Texas usaram BioBricks para criar bactérias que capturaram uma imagem da mesma maneira que um filme fotográfico. Os micróbios foram alterados para continuar gerando no escuro um pigmento preto que não é produzido quando expostos à luz.

    Alguns cientistas acreditam que, no futuro, os engenheiros biológicos poderão programar as células como hoje fazem os projetistas de softwares. Só que, em vez da linguagem binária dos computadores, o código será escrito em seqüências de DNA. Quando tivesse encerrado seu trabalho, o programador apertaria um botão e o DNA se disporia na ordem por ele programada.

    A biologia sintética já começa a atrair investidores. Em junho passado, um grupo de empresários colocou US$ 13 milhões na Codon Services, uma companhia que está desenvolvendo um método muito mais barato de sintetizar longos trechos de DNA. Entre os fundadores da Codon, estão Keasling, Church e Endy. Keasling também é co-fundador da Amyris Biotechnologies, que trabalha na criação de uma droga contra a malária.

    Outro que está investindo neste campo é Craig Venter, o cientista dissidente que seqüenciou por sua conta o genoma humano. Venter começou a trabalhar no Synthetic Genomics com recursos próprios. Ele quer criar micróbios para produzir hidrogênio para usá-lo como combustível.

    O que torna a engenharia genética possível são as atividades internas da célula viva. Os genes, feitos de DNA, contêm as instruções para a produção de proteínas, que guardam muitas das funções das células. Algumas proteínas podem cegar o DNA, ligando ou desligando determinados genes. Essa interação, que é uma maneira pela qual as células se auto-regulam, não é muito diferente das funções dos circuitos eletrônicos, em que um transistor liga ou desliga o outro.

    Embora engenhosa, a biologia sintética tem problemas inerentes a circuitos biológicos. O primeiro deles é que as coisas vivas estão sempre se dividindo e evoluindo. O sistema de controle populacional das bactérias, por exemplo, se rompe em questão de dias, porque alguns desses organismos sofrem mutações. Essas bactérias mutantes, tendo uma vantagem seletiva, rapidamente tomam conta da colônia, diz Lingchong You, chefe do projeto de pesquisas da Caltech e professor assistente de engenharia biomédica da Universidade Duke (EUA). Outro desafio é que os genes do circuito podem interagir com as bactérias nativas de forma imprevisível.

    Existe também uma grande variabilidade entre as criaturas vivas. A bactéria cintilante, por exemplo, não se acende em uníssono, mas em uma grande variedade de padrões. Mesmo uma filha recém-gerada não brilhará em sincronia com a célula-mãe, embora ambas sejam geneticamente quase idênticas.Por isso, alguns cientistas dizem que será muito difícil tornar a engenharia biológica tão previsível como a construção de uma ponte.

    - Não há nada como um componente padrão, mesmo porque um componente padrão trabalha de uma maneira completamente diferente no ambiente. A expectativa de que se pode digitar uma seqüência e prever o que o circuito fará está muito distante da realidade. Sempre estará – diz Frances Arnold, da Caltech.

    A imprevisibilidade pode levar a riscos de segurança. E se os novos organismos fugirem do controle? Além disso, a mesma tecnologia pode ser usada para sintetizar patogênicos conhecidos baseados na publicação da seqüência de seus DNAs.

    - Está claro que esta tecnologia pode ser perigosa ser for mal utilizada – diz Endy, do MIT.

    Fonte: Jornal Zero Hora

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  • Cadeado? Não, é um HD

    HD_imation

    O Micro Hard Drive, da Imation, é pequeno por fora, mas espaçoso por dentro. Medindo apenas 4 por 1,67 por 8,3 centímetros, o equipamento em forma de cadeado transporta facilmente no bolso de 2 GB a 4 GB de arquivos, como apresentações, fotos e músicas. O dispositivo inclui cabo para conexão USB 2.0, que pode ser usado como presilha para um cinto ou pasta. Com o download de um aplicativo de segurança do site do fabricante é possível proteger os arquivos com criptografia de 128 bits. Compatível com Windows, Mac e Linux.
    R$ 495 (2 gb) e R$ 950 (4 gb)– Onde encontrar: Imation – (11) 2113-1050

    Fonte: www.imation.com

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