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Archive for January, 2007

Brotoejas

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Fim de semana planejado há semanas. Casa na praia, dias ensolarados, família. Tudo parece estar perfeito até que o seu filho começa a ficar irritado e chorão. Sim, as famosas brotoejas, aquelas erupções vermelhas, sobretudo no rosto, pescoço, ombro, barriga e peito, o pegaram.

A brotoeja, chamada cientificamente de Miliária, é provocada pelo suor e pela obstrução ou inflamação das glândulas sudoríparas. Dessa forma, a transpiração não chega até a superfície da pele, causando irritação, freqüentemente com coceira. “As brotoejas aparecem mais no calor, mas pode acontecer também no inverno”, diz o Dr. José Roberto Lutti Filho, clínico geral. “Isso acontece quando as mães superaquecem os bebês com roupas ou excesso de calor em ambientes climatizados”, completa o médico.

Apesar de menos freqüente, a brotoeja também pode acometer os pais. “Nos adultos, a excreção é mais adequada, mas, com a sudorese abundante, na prática de exercícios, por exemplo, pode ocorrer”, diz o dermatologista Sérgio Delort.

O tratamento das brotoejas, em geral, acontece de maneira simples. “Na maioria dos casos, pastas d´águas e calaminas são o suficiente”, avalia Dr. Sérgio. Porém, o dermatologista alerta que, quando a coceira for forte ou tiver infecção com pus nos locais das lesões, é hora de procurar um médico. “O principal problema da brotoeja é a possibilidade de infecção bacteriana, causada pelos estafilococos”, diz o dermatologista.

Assim como a maioria das mamães, Cássia Sanchez, sofreu com as brotoejas de Rafael e Pedro. “Não cheguei a levá-los ao médico, mas apelei à velha e boa receita de mãe. Coloquei maisena na água do banho dos meninos e as erupções melhoraram”, diz a supervisora de priecing. “Soluções caseiras servem nos casos mais leves”, alerta Dr. Sérgio.

Fique ligada

Segundo o Dr. Sérgio Delort, há três tipos de brotoeja. Conheça:
1-miliaria cristalina (também chamada de sudamina) - é assintomática e as vesículas (pequenas “bolhinhas”) são cristalinas. Nesta forma, a obstrução é superficial.
2-miliaria rubra (brotoeja) – obstrução mais profunda e as “bolhinhas” são avermelhadas e dão coceira na criança
3- miliaria profunda ou periporite – a obstrução é bastante profunda e, freqüentemente, é acompanhada de infecção por bactérias. Nestes casos é hora de procurar um especialista.

Contatos:
Dr. Sérgio Delort
A Clínica da Pele, de Araraquara
Contatofamiliadelort@vivax.com.br

Retirado do site: www.afamiliacresceu.com.br

Refluxo. Identifique os sintomas


Os bebês costumam
regurgitar pequenas quantidades de leite após mamar. Isso é normal e não traz nenhum desconforto para ele – é o chamado refluxo gastroesofágico fisiológico. No entanto, alguns recém-nascidos apresentam o refluxo gastroesofágico patológico, que é causado por uma falha no funcionamento de uma espécie de “válvula” que existe na entrada do estômago.

Normalmente, esta válvula se fecha após a passagem do alimento, impedindo sua volta para a boca através do esôfago. Nos bebês que sofrem de refluxo patológico, esse sistema não funciona corretamente e permanece aberto ou se abre com facilidade, mesmo com o estômago cheio, explica o pediatra Sidney Tommazi Garzi. “Essa válvula ainda é imatura nos bebês, e assim que ele se deita ou quando a pressão abdominal aumenta acontece o vômito. O sintoma provoca desconforto e irritação, pois o alimento que volta do estômago para o esôfago traz um conteúdo ácido, causando uma inflamação do esôfago”, complementa.

Juliana Granovsky percebeu que Paulo Henrique tinha refluxo quando ele se irritava após as mamadas e devolvia todo o leite que tinha acabado de ingerir. “Notei que tinha algo de errado, então procurei logo o pediatra dele, que receitou os remédios Motilium e Label durante 20 dias”, explica.

Juliana conta que após esse primeiro tratamento os sintomas sumiram. “Parei com a medicação, mas os sintomas voltaram. Procurei o médico, e ele explicou que isso pode acontecer, pois existem casos de crianças que apresentam esse problema até os 5 anos de idade”, esclarece.

Principais sintomas do Refluxo

Dificuldade para mamar e, em vez de ficar tranqüilo e saciado após as mamadas, o bebê chora intensamente; perde peso e em alguns casos apresenta sintomas respiratórios, como chiado, asma e tosse crônica. Para aliviar o desconforto de seu filho Paulo Henrique, Juliana o colocava para dormir praticamente sentado. “Em algumas vezes, eu tinha medo de ele se engasgar e a melhor maneira para isso não acontecer era inclinar o berço ou apoiar com um suporte”, conta ela.

Não confunda vômito e regurgitação

A regurgitação é o retorno à boca de pequena quantidade de leite, sem esforço. Já o vômito geralmente tem maior quantidade e vem acompanhado da náusea, dor ou contração muscular torácica. Se o bebê não mama no peito, existem leites industrializados específicos para quem tem refluxo, chamados de AR (Anti-Refluxo).

Depois que o bebê começa a ingerir outros alimentos, é preciso evitar as comidas muito gordurosas, cuja digestão é mais lenta e difícil, e também os que pioram a acidez como chocolate ou refrigerante, alerta Sidney. Mas lembre-se de que você não deve seguir todas essas recomendações sem antes consultar um pediatra!

Serviço
Sidney Tommazi Garzi – Pediatra – stgped@hotmail.com

Bjos,

Eli

Retirado do site: www.afamiliacresceu.com.br/

Os cuidados no banho

O verão chegou e as temperaturas elevadas deixam muitas mães em dúvida sobre como preparar o banho ideal para seu bebê. Segundo o pediatra José Claudinor da Silva, do Hospital e Maternidade Santa Joana, mesmo nesse período, é importante utilizar a água em uma temperatura morna para não causar um desconforto na criança, que ainda não está acostumada com a sensação de quente e frio. “O aconselhável é utilizá-la entre 35 e 36 graus”, explica.Nos primeiros dias após o nascimento do bebê e até a queda do cordão umbilical deve-se fazer uma limpeza simples com algodão embebido em água morna, para evitar que o cordão seja molhado.
Depois desse período, já utilizando a banheira, o primeiro passo é colocar a água fria e, de maneira gradual, misturar a quente. Aconselha-se que o banho seja, de preferência, no fim da tarde e antes da última refeição do dia. Assim, o bebê se sentirá mais calmo e relaxado.

Nos primeiros dias, o banho deve durar de 3 a 5 minutos para que a criança se acostume com essa nova situação. Gradativamente, a mamãe pode aumentar o período do banho e controlá-lo de acordo com a vontade e conforto do bebê.

Para iniciar o banho, coloque a criança dentro da água e segure-a passando um dos seus braços por trás dos ombros. A sua cabeça ficará levantada e apoiada no seu braço deixando uma mão livre para lavar o bebê. Comece molhando-o aos poucos e bem lentamente, para evitar sustos. “Em primeiro lugar, deve-se lavar o rosto e depois as regiões com dobras. Com a ajuda dos dedos, a mãe deve tapar os ouvidos da criança para que não entre água”, alerta o Dr. José.

Pelo menos nos primeiros meses, também é recomendado lavar a cabeça do bebê diariamente para evitar a formação de crostas. Para evitar esse problema, basta utilizar um sabão ou shampoo neutro. O último passo é enrolar o pimpolho em uma toalha, colocar uma roupinha confortável e curti-lo cheirosinho e limpinho.

Serviço
Hospital e Maternidade Santa Joana
Dr. José Claudinor da Silva
Rua do Paraíso, 432 – Paraíso
São Paulo – SP
Telefone: (11) 5080-6000

Quem imaginaria um bebê em uma aula de Yoga? Pode parecer incompatível, mas acompanhado da mãe torna-se saudável e divertido. A modalidade é chamada de Baby Yoga. A fisioterapeuta e professora de Yoga Cristina Balzano atende gestantes que depois do parto continuam a freqüentar as aulas acompanhadas dos bebês. Ela, inclusive, está prestes a lançar um DVD sobre o tema e a massagem Shantala – divulgaremos a data quando definida.

Retomar a prática de Yoga é indicado para mamães após um mês do nascimento. Com três meses, o bebê fica mais apto a executar posições em conjunto com a mãe. Cristina descreve um desses exercícios que chama de “balanceio”: a mulher com pernas flexionadas, o bebê de bruços, apoiado entre pés e joelhos, cara-a-cara com ela, que o segura nas axilas ou nas mãos, executando movimentos para frente e para trás. “Além de fazer bem para a coluna e o abdômen dela, o exercício torna-se uma brincadeira. Um vínculo importante criado entre os dois”, diz a especialista.
Entre os maiores benefícios apontados para os pequenos, destaca-se o desenvolvimento psicomotor, com melhorias da coordenação motora e da flexibilidade. Exercícios complementares também auxiliam no alívio das cólicas. Para evitar vômitos, os bebês não podem ter mamado nos 30 minutos (leite materno) e 60 minutos (leite artificial – mais demorado de digerir) precedentes. Apesar da prática se iniciar com os filhos acordados, muitos deles dormem ao final em virtude do relaxamento e da tranqüilidade proporcionados. As aulas têm duração média de 1 hora e, segundo Cristina, o encontro das mães com seus filhos é uma ótima ocasião para troca de experiências e socialização.

Para as mães, além de incrementar os momentos dedicados ao filho, a Yoga fortalece a musculatura da pélvis e da barriga. Aconselha-se a prática conjunta até dois anos de idade do bebê. As aulas específicas para crianças começam a partir de então.

Serviço:
Fisioterapeuta e professora de Yoga para gestantes: Cristina Balzano
Arco-íris Oficina Holística (Alphaville – Barueri): 11-4191-4531
Grupo de Apoio Maternidade Ativa – Gama (São Paulo): 11-3813-3461

Fonte: http://www.afamiliacresceu.com.br/saude_do_bebe/

A cólica

As famosas cólicas do bebê podem acontecer em qualquer idade. Mas nos primeiros 2 a 3 meses são muito comuns. O que é a cólica afinal? A cólica é um espasmo muscular que pode ser ocasionado por diversos fatores. A fermentação do leite (ou de outros alimentos) provocando gases que pressionam as paredes intestinais, é a mais comum das causas. Dói muito, muitíssimo. Por isso o bebê berra tanto. Como você sabe que é cólica? Porque o choro do bebê, nesse caso, é um som mais para o estridente. É insistente… e não pára. Nada o faz parar. Você oferece o seio, e ele não quer. Dá colo, nina, canta pra ele, e ele não pára de chorar. Às vezes se contorce e encolhe as perninhas. Realmente, é desesperador. Nesta hora, você daria tudo pra ele não estar sentindo esta dor lancinante. Você trocaria de lugar com ele feliz, se pudesse. De fato, convenhamos. Se pra nós já é difícil ter dor, imagine para um serzinho que acabou de nascer e que só conhecia o “bem bom” da barriga da mãe? O bebê fica inseguro, ele não sabe que raio de dor é esta! O que fazer neste caso? Bom tem várias coisas… Primeiro, não deixe o neném chorando sozinho, desamparado. Mesmo que sejam 3 horas da manhã e você esteja exausta, completamente exaurida. Papai, cabe a você ajudar. Dê uma força. Você não pode dar o seio, mas pode dar muita coisa… então, neste momento, dê o seu braço forte e seu coração quente de pai. Pegue-o no colo em sentido vertical. Ou seja, coloque o bebê em pé no seu colo, com a barriguinha virada para você e apoie os pezinhos dele na palma de sua mão de tal forma que as perninhas fiquem encolhidas, com os joelhinhos dobrados sobre o ventre. Geralmente, quando o bebê está com cólica, ele não gosta de ficar com a barriga para cima. Providencie um saquinho de água quente. Enrole o saco em uma fralda, de tal modo que não fique muito quente a ponto de queimar ou incomodar mais ainda o bebê. Coloque-o entre a barriguinha do neném e você. O calor vai ajudar na liberação dos gases que provocam a cólica, aliviando o intestino. Se o neném suportar bem, você pode fazer um pouco de massagem e de “bicicleta” nelezinho, para ajudar a passar a dor. Experimente fazer assim: Com o neném no colo (ou sobre a cama, caso ele não esteja chorando muito) você faz uma massagem na barriguinha dele (mais para o baixo ventre) com a ponta dos seus dedos pressionando levemente, muito suavemente (pois se não pode doer mais ainda). Esta pressão ajuda também na liberação dos gases. É capaz até de você sentir nos seus dedos uma espécie de “ronronamento”, que será justamente a concentração de gases ou o cocô. Depois, esfregue bem as suas mãos provocando calor e massageie a barriguinha dele com a palma da mão. Você pode fazê-lo em dois sentidos: de cima para baixo e no sentido horário (do seu ponto de vista) que é o sentido do caminho intestinal. Esta massagem aquece e alivia a dor. A “bicicleta” consiste no seguinte: com o neném deitado de barriga para cima, pegue nos pezinhos dele e faça o movimento de pedalar, dobrando suas perninhas sobre o ventre, alternadamente. Depois de fazer umas 10 a 15 vezes, dobre as duas perninhas juntas sobre o ventre e pressione um pouco, só um pouquinho, levemente. Repita a operação. Este exercício também ajuda a liberar os gases, aliviando a cólica. Caso a dor persista muito, você talvez possa lançar mão de algum medicamento leve. Mas isso só muito raramente, pois todo remédio tem sempre um efeito colateral, por mais leve que seja. Experimente homeopatia. Existem medicamentos homeopáticos muito eficazes e inócuos. E lembre-se, prevenir é melhor do que remediar. Cólicas acontecem em função da alimentação. Leite industrializado dá cólica, com certeza. Leite materno pode não dar, e se der, é muito menos pior! Por que o leite materno pode dar cólica? Por causa da alimentação da mãe, ora! Tudo o que a mãe ingere vai para o leite. Por isso é que digo, atenção com o que você come no primeiro trimestre da lactação! Faça um sacrificiozinho para não ter que sofrer com seu bebê berrando de dor de madrugada! Dê uma olhada na sessão Amamentação – Alimentação da Mãe, e siga as dicas. Use sempre o seu bom senso e não coma ou beba nada que provoque gases em você mesma. Fuja de gordura, especialmente gordura animal. E boa sorte!

fonte: site meu bebe

Os benefícios do banho de sol

Quando as crianças têm menos de um ano, muitas mães ficam em dúvida se elas podem ou não tomar banho de sol. A resposta é muito simples: não só podem, como devem! É isso mesmo, o sol é fundamental para a saúde dos bebês, sendo responsável por ativar a produção de vitamina D, que auxilia na absorção do cálcio.

Para garantir um bom desenvolvimento, depois que completa um mês de vida o bebê deve ser exposto ao sol todos os dias. Mas essa exposição deve ser feita com muita responsabilidade. E o que isso significa?

A mamãe deve ficar bastante atenta com relação aos horários. O sol do “bem” é aquele do começo da manhã, até as 9h; e do fim da tarde, depois das 16h. No princípio, também, comece com apenas cinco minutinhos de exposição. Depois, vá aumentando o período gradativamente até chegar a, no máximo, 20 minutos.

No banho de sol, é importante que a maior parte do corpinho da criança fique exposta -se possível, deixe-a apenas de fraldas. Mas se o dia estiver com uma temperatura mais fria, deixe pelo menos os braços e pernas de fora. É preciso evitar, entretanto, que o bebê tome sol na cabeça e rosto. Para isso, use chapeuzinhos e bonés.

Tomar sol é mesmo saudável para as crianças, mas os pais devem ficar sempre atentos à intensidade do sol. Se mesmo em horário apropriado o sol estiver “escaldante” em um determinado dia, o bebê não deve ser exposto. Deve-se esperar por dias de sol mais ameno.

O uso de filtro solar em bebês menores de um ano deve ser discutido com o pediatra que acompanha o bebê. Se o seu filho for liberado, lembre-se sempre de passar o produto pelo menos 15 minutos antes do banho de sol.

Uma outra dica é: para que o sol faça o efeito esperado, ele deve incidir diretamente sobre o bebê. Ou seja, não há nenhum problema de o banho de sol acontecer dentro de casa, mas desde que os raios não sejam “filtrados” pelos vidros das janelas. Do contrário, os raios ultravioletas, imprescindíveis para que o corpo metabolize a vitamina D, não terão o efeito desejado.

Voltamos a repetir, entretanto, que os horários de exposição devem ser os recomendados. Do contrário, o sol poderá prejudicar a saúde do bebê, principalmente a sua delicada pele.

E tomar sol na praia e piscina, pode?

Com a chegada do verão, uma das principais dúvidas das mamães é com relação à ida de bebês à praia ou ao clube. A boa notícia é que as crianças menores de um ano estão liberadas para freqüentar esses ambientes, mas certas medidas devem tomadas para garantir o bem-estar dos pequenos.

O principal é garantir ao máximo a manutenção da rotina da criança, principalmente os horários de alimentação e descanso, que devem continuar os mesmos. E, com relação ao banho de sol, deve-se manter os mesmo cuidados do banho de sol normal, ou seja, a criança só deve ser exposta no começo da manhã ou no fim da tarde.

Mas antes de seguir em viagem com a família, não deixe de conversar com o pediatra. Ele certamente dará todas as orientações necessárias para que o passeio seja repleto só de momento felizes! Mas não tenha dúvidas: com os cuidados necessários, os benefícios do sol ajudarão seu bebê a crescer forte e sadio!

Fonte: Site da Johnson&Johnson

Os momentos que os pais passam com os filhos são preciosos para ambos. Mas, além de brincar, rir, conversar e ninar seu filhote, você pode enriquecer este convívio dedicando um tempinho todos os dias para aplicar uma massagem em seu bebê, a shantala. A técnica desta tradicional massagem indiana, passada ao longo dos anos de mãe para filha em seu país de origem, é fácil de ser aprendida e ajuda a estreitar os laços afetivos entre o recém-nascido e seus entes queridos.

A origem do nome

Na Índia, a técnica não tem este nome. Na década de 70 o médico francês Frederick Leboyer passeava pela cidade de Calcutá quando viu uma mulher aplicando a massagem em seu filho. O nome dela era Shantala.

“Ele ficou extasiado com o que viu, com a harmonia e a troca entre os dois. Logo em seguida escreveu um livro sobre o assunto, Shantala: uma Arte Tradicional: Massagem para Bebês“, conta a fisioterapeuta e professora de shantala Cristina Balzano.

A técnica estimula o vínculo entre pais e filhos pelo tato, um sentido que nem sempre é tão utilizado quanto a fala, por exemplo. “É outra forma de comunicação, pelo olhar e pelo toque. Durante a shantala, não se conversa com a criança, desenvolve-se outro tipo de contato, tão importante quanto os outros”, explica Cristina.

Integração total

A aplicação da shantala ajuda a fortalecer o vínculo entre a pessoa que faz a massagem e o bebê. É excelente para promover a interação entre pais e filhos, além de ajudar a acalmar o pequeno, regularizar o sono, eliminando insônias, tensões, prevenindo neuroses.

“Ela favorece ainda o desenvolvimento psicomotor, equilibra o bebê física, energética e emocionalmente”, afirma a fisioterapeuta.

Também ajuda a evitar cólicas, mas funciona mais para prevenção. “Não se usa a shantala em momentos de dor e desconforto. O máximo que se faz durante a cólica é uma massagem suave na barriguinha do bebê”.

Meia hora diária

Para que o resultado seja satisfatório, é necessário que a massagem seja feita todos os dias, a partir de um mês de idade, por no máximo meia hora.

“Inicialmente, são feitas três repetições de cada movimento até chegar a dez repetições. Após a massagem, antes de colocá-lo para dormir, recomenda-se dar um banho no bebê para eliminar qualquer resquício de tensão. Ele certamente terá um sono profundo”.

Você pode colocar ainda uma música suave para tocar. Além de ajudar na concentração, o pequeno vai aprender a associar a música a este momento de prazer.

A shantala deve ser aplicada no intervalo entre as mamadas, cerca de uma hora depois do bebê ter sido alimentado. Ele não pode estar com fome nem de estômago cheio para não correr o risco de regurgitar.

A pessoa que fará massagem também precisa se preparar. Deve estar calma e concentrada, pois a troca de energia é inevitável. “A shantala é feita com o bebê deitado sobre as pernas do adulto, dentro do seu campo energético, que funciona como uma proteção”, explica Cristina.

Ela garante que a resposta em casos de insônia ou irritabilidade é imediata, e que a shantala não tem prazo para ser interrompida. “Depois de um ano de idade fica mais difícil de fazer porque a criança fica mais agitada, mas a shantala pode ser aplicada até quando o bebê permitir.”

Fonte: Site Johnson&Johnson

Para a mulher que se prepara para ser mãe, saber um pouco mais sobre o comportamento rotineiro do recém-nascido pode ajudá-la na tarefa de tornar os primeiros dias de seu bebê mais saudáveis.

Recém-nascido é a criança desde o nascimento até completar 28 dias de vida, perído em que é totalmente dependente dos cuidados maternos. Essa dependência e as respostas progressivas que a criança demonstra aos cuidados maternos fortificam o sentimento de afeto entre mãe e filho. O elo fundamental deste relacionamento é a amamentação que, em qualquer circunstância, deve ser estimulada. É também desejável que os cuidados com o recém-nascido, mesmos os mais elementares, sejam prestados pela própria mãe.

Conheça melhor o comportamento do recém nascido sabendo um pouco sobre sono, choro, regurgitação, funcionamento intestinal, soluços e espirros, hidratação, banho, umbigo, visitas, vacinação, teste do pezinho.

Sono:
Na primeira semana, o recém-nascido dorme de 15 a 20 horas por dia, porém alguns não dormem entre as mamadas, ficando acordados por várias horas.

Choro:
No recém-nascido normal, é a expressão de algum desconforto. São casos freqüentes: a fome, a sede, o frio, fraldas molhadas, as roupas apertadas e/ou incômodas, a coceira, as cólicas e a irritabilidade por excesso de estímulos ambientais.

Regurgitação:
É comum e consiste na devolução freqüente de pequeno volume alimentar, logo após as mamadas. Quase sempre, o leite volta ainda sem ter sofrido ação do suco gástrico. Se o ganho de peso do bebê for satisfatório, consideramos uma situação normal e benigna, nada sendo preciso fazer para corrigir.

Funcionamento Intestinal:
No início, as fezes são meconiais (verde bem escuro, quase preto e grudentas, parecendo graxa), depois se tornam esverdeadas com muco e, posteriormente, amareladas e pastosas. As crianças amamentadas ao seio materno, habitualmente, apresentam várias evacuações por dia, com fezes liqüefeitas, sem repercussão para sua hidratação, não necessitando, portanto, de tratamento.

Soluços e espirros:
Os soluços são freqüentes quando a criança está descoberta, na hora do banho, quando manuseada e, as vezes, após as mamadas. Não provocam nenhum mal e cessam espontaneamente. Os espirros ocorrem freqüentemente e não devem ser atribuídos a resfriados.

Hidratação:
Ofereça água filtrada e fervida, nos intervalos em que a criança estiver acordada. Nos dias quentes e quando o bebê estiver com febre, deve-se aumentar a oferta de líquidos. As crianças amamentadas ao seio, usualmente, aceitam pouca hidratação, pois o leite materno supre todas as suas necessidades.

Banho:
Ele deve ser diário e, nos dias mais quentes, pode ser repetido várias vezes, sempre com água morna e limpa, usando sabonete comum. Enxugar bem após o banho, principalmente nas regiões de dobras para evitar as assaduras. Evitar o uso de óleos industrializados e talco na pele do bebê (o talco pode provocar rinite alérgica).

Umbigo:
O coto umbilical cairá espontaneamente entre o 5º e o 14º dia de vida. Alguns recém-nascidos apresentam um umbigo grosso e gelatinoso o que poderá retardar sua queda até em torno de 25 dias. Pode ocorrer discreto sangramento após a queda do coto umbilical que não requer cuidados especiais. Até o desprendimento, o coto deverá ser envolvido em gaze esterilizada embebida em solução de álcool absoluto. Após a queda, deverão ser feitos curativos com Merthiolate® durante uma semana.

Visitas:
Durante o primeiro mês, não há necessidade de que a criança saia de casa. Deve-se evitar levá-la a locais muito aglomerados. As visitas de parentes e amigos são gratificantes para os pais; porém, pessoas portadoras de infecção respiratória , lesões de pele e diarréia não devem ter contato com o recém-nascido, devido sua grande vulnerabilidade a essas doenças.

Vacinação:
No 1º mês de vida, devem ser administradas as seguintes vacinas: BCG intradérmico (contra a tuberculose) Engerix® B – 1ª dose (contra a hepatite B)

Teste do pezinho:
É realizado na primeira quinzena de vida e, muitas vezes, é realizado ainda na maternidade. Ele diagnostica doenças metabólicas como o hipotireoidismo e a fenilcetonúria, que podem provocar lesões cerebrais irreversíveis se não diagnosticadas e tratadas precocemente.

Fonte: http://www.ronet.com.br/~babydoc/rn.html

Execução aparece na Internet

O vídeo completo da execução de Saddam Hussein, gravado provavelmente com um telefone celular, tornou-se um dos mais procurados na Internet e desatou uma discussão sobre ética. Disponível em sites como o YouTube desde sábado, a seqüência de 2 minutos e 16 segundos mostra o instante em que o alçapão se abre e Saddam morre.

O vídeo completo não foi reproduzido pelas redes de televisão americanas, nem pelos principais telejornais brasileiros. De acordo com o jornal The New York Times, as emissoras Fox e CNN transmitiram apenas as cenas em que o ex-ditador discute com carrascos e testemunhas, enquanto flashes de máquinas fotográficas são disparados. A Fox foi a primeira a usar as imagens, na noite de sábado, depois que a rede de TV árabe Al-Jazeera as exibira.

Na Internet, as imagens – captadas possivelmente por um guarda ou por uma testemunha -, foram mostradas na íntegra. Em um momento, uma das testemunhas grita para Saddam ir “para o inferno”. Saddam reage e questiona a bravura dos presentes. Em outro trecho, é gritado o nome de Muqtada al-Sadr, um dos principais líderes religiosos xiitas do Iraque, que teve o pai morto durante a ditadura. Na parte final, Saddam cita trechos do Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos, mas é interrompido pela abertura do alçapão. Ao final, é enquadrado o rosto de Saddam, cuja cabeça pende para o lado direito.

Às 18h de ontem, o vídeo havia ganhado dos internautas uma cotação de três estrelas no YouTube, em um ranking que vai até cinco. Até aquele momento, tinham sido registrados 102 mil acessos e 658 comentários em várias línguas.

O caso abre um precedente, já que o fácil acesso a um vídeo na Internet deve alterar os critérios de exibição pelas redes de televisão. O vice-presidente da Fox News, David Rhodes, disse que a razão para usar as imagens foi o diálogo entre Saddam e seus algozes. Rhodes não considerou relevante mostrar Saddam.

Fonte: Jornal ZeroHora.

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