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Archive for June, 2009

Morte de Michael Jackson

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Morre em Los Angeles o Rei do Pop Michael Jackson!

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  • 8. Uso do microfone

    • Falar com os lábios em direção ao microfone (em direção não quer dizer com os lábios grudados no
      microfone);
    • Não falar próximo demais do microfone, colando-se a ele, para evitar o pupear, o som do sopro. Em geral,
      é bom falar à distância média de um punho fechado ou um pouco mais de distância.
    • O próprio locutor ou leitor deve procurar ouvir o retorno de sua voz. Se ele ouvir com distinção e clareza, é sinal certo de que os ouvintes também estão ouvindo com distinção e agradabilidade.

    Dinâmica: pedir para cada um ir falar no microfone.

    9. Higiene Vocal
    Definição:
    São normas básicas que auxiliam a preservar a saúde vocal e prevenir o aparecimento de alterações e doenças.
    “As normas de higiene vocal são simples devendo, portanto, serem respeitadas para que se evite o estabelecimento ou piora de algum problema vocal”.

    Algumas normas básicas:

    • Pigarro, tosses: provocam atrito das pregas vocais de forma brusca;
    • Ar condicionado: reduz a umidade do ar ressecando o trato vocal;
    • Não fumar: a fumaça quente agride todo o sistema respiratório e principalmente as pregas vocais causando edemas.
    • Evitar café, mate e refrigerante gasosos, pois provocam o ressecamento das pregas vocais;
    • Balas, pastilhas e sprays locais acabam por mascarar a dor do esforço vocal, prejudicando mais ainda o estado das mucosas;
    • Postura corporal: o palestrante deverá manter o corpo livre para acompanhar espontaneamente o seu discurso;
    • Maçã: por sua propriedade adstringente é aconselhada antes de atividades que exijam maior tempo de fala.

    Autor desconhecido

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  • 7. Comunicação corporal / gestos/ olhar

    ” Tanto na voz quanto no corpo, trazemos impressa nossa história de vida; este registro aparece em nossa estrutura corporal, em nossos bloqueios, em nossos gestos e em nossas expressões faciais. Nosso estado corporal é conseqüência das pressões externas ( do meio ambiente) e internas (idealizações) que, entrando em choque, provocam conflitos que se traduzem em contrações musculares” .
    Comunicamo-nos não somente pelo uso da voz, mas com todo nosso corpo. A integração corpo-voz é um dos parâmetros básicos pelos quais devemos avaliar o equilíbrio emocional de um indivíduo. Assim, para uma comunicação ser efetiva e não gerar dúvidas no ouvinte, o corpo e a voz devem expressar a mesma intenção.

    • O OLHAR:

    O olhar é fundamental para demonstrar o domínio da situação, o controle dinâmico e psicológico da platéia. Um olhar de simplicidade exerce extrema força sobre o público que, empaticamente, retribui o mesmo sem consciência disso.
    Em contato individual o olhar deve ser definido. Você não deve evitar olhar nos olhos do outro mesmo que esteja se sentindo constrangido. Através do olhar você pode transmitir firmeza e segurança.
    Dinâmica manter contato visual com um dos integrantes do grupo. Lembrar que o olhar é a porta da alma.

    • A VOZ:

    A voz revela o nosso estado de saúde físico , psíquico e emocional.
    Existem numerosos exercícios que auxiliam grandemente o aparelho fonador e que fornecem um excelente resultado. Falaremos sobre os exercícios adequados a cada um num segundo momento.
    Dinâmica: mostrar fita com vários tipos de voz que demonstram segurança, insegurança…

    • OS GESTOS:

    Existem duas correntes que discorrem sobre o gestual: uma prefere os gestos bem expressivos e a outra defende mais expressões do rosto. O ideal é que os gestos estejam compatíveis com a inflexão da voz e com o que o orador quer passar.

    Gestos que devem ser evitados:

    • esfregar freqüentemente o nariz
    • limpar diligentemente os óculos com o lenço
    • tossir várias vezes para clarear a voz
    • coçar a cabeça
    • brincar com as chaves ou qualquer outro objeto
    • consultar várias vezes o relógio
    • apoiar-se na parede
    • apalpar várias vezes a gravata ou o cabelo
    • sentar-se em cima da mesa
    • apontar o dedo para o ouvinte.

    Tais gestos podem demonstrar insegurança.
    Dinâmica: observar os locutores e repórteres da televisão.

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  • 5. Sugestões para a boa comunicação
    Podemos considerar seis elementos fundamentais para a boa comunicação:

    • Postura correta
    • Idéias organizadas
    • Olhar concentrado
    • Ouvir com atenção
    • Falar com clareza
    • Gestos adequados, coerentes.

    6. Erros da comunicação / o que impede uma boa comunicação

    • Não saber ouvir
    • Não responder quando é perguntado
    • Interromper alguém que está falando
    • Mudar de assunto sem concluí-lo
    • Não prestar atenção na pessoa que está falando.

    Aguardem as próximas dicas de Olhar, Voz e Gestos.

    Autor desconhecido

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  • Introdução:
    O propósito da introdução é despertar a curiosidade e fazer suspense, ganhar atenção da platéia, fazer uma pequena transição lógica para entrar no assunto principal, central.

    A introdução do discurso deve ser sempre curta, pois a verdadeira essência do discurso deve estar dentro do corpo do discurso.

    Desenvolvimento:

    É a parte mais importante do discurso, o orador vai passar aos ouvintes o que realmente está pretendendo, é aí que se encontra o verdadeiro objetivo, a finalidade da mensagem.

    O que você deseja registrar na memória de seus ouvintes? Concentre-se no objetivo principal.

    • Prepare-se. É isto que lhe dará segurança. Conhecendo bem o assunto você terá entusiasmo e serenidade.
    • Use exemplos, fatos, histórias. Os ouvintes vão entender melhor quando você exemplifica o que está sendo dito.
    • Divida o seu discurso em três ou no máximo quatro partes. O ouvinte vai compreender melhor a idéia central desta maneira.

    Conclusão:
    O término de um discurso não deve apresentar nenhuma dúvida, hesitação. Algumas sugestões:

    • Faça um resumo;
    • Use um exemplo;
    • Reforce a mensagem;
    • Termine com uma interrogação sobre algo importante (dentro do tema, é claro).

    No próximo, vamos saber mais sobre a boa comunicação e os erros de comunicação.

    Autor desconhecido

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  • 1. Objetivo:

    • Preparar o participante para compreender a profundidade da arte de se comunicar;
    • Trabalhar a dicção e identificar bloqueios;
    • Conscientizar para a necessidade da coerência quanto à postura, idéias, olhar, fala e gestos;
    • Fornecer subsídios para cuidados estéticos/pessoais;
    • Fornecer suportes teóricos e práticos para uma boa apresentação pessoal, tanto no que se refere à dicção/ voz e estética.
    • Desenvolver o marketing pessoal.

    2. Introdução:
    Há muito tempo a arte da oratória vem ganhando notoriedade e importância. São raríssimos os comunicadores tais como jornalistas, apresentadores de televisão, radialistas, conferencistas, professores, recepcionistas, secretárias ou qualquer outro profissional que lide com o público, que não procuram aperfeiçoar sua oratória.

    É praticamente uma unanimidade a noção de que aprimorar a dicção, o gestual, a expressão facial e corporal, e até mesmo a nossa apresentação física (considerada nosso “cartão de apresentação”), entre outras coisas, é fator fundamental e decisivo para o desempenho da tarefa de bem falar.

    Estamos sempre nos comunicando uns com os outros e sabemos que toda relação supõe comunicação, seja falada, escrita, gesticulada ou a nossa própria aparência.

    Assim, cada vez que uma pessoa se expressa enquanto outra lhe dá atenção, temos aí um orador a exercer a oratória.

    3. Conhecendo o seu público
    Cada platéia, cada grupo, tem suas características próprias.

    • Público infantil: necessitam de uma linguagem simples e material audiovisual como quadros, cartazes, vídeos, entre outros.
    • Jovens: apreciam uma linguagem mais descontraída, com relatos de acontecimentos pitorescos, curiosos.
    • Adultos: exigem uma comunicação mais sofisticada, exemplos sérios, práticos.
    • Idosos: em geral, são exigentes e precisam ser respeitados e muito valorizados. Gostam de ouvir experiências antigas, apreciam a simplicidade e a verdade.
    • Público feminino: gostam de elogios e valorização profissional. Gostam de ouvir palavras agradáveis e gentis. São mais observadoras.

    4. Organização do discurso
    O orador tem necessidade de organizar-se. Saber o objetivo que o leva a falar. Deve refletir sobre organização e lógica. Não pode iniciar falando de um tema e partir para outro, pois isso gera confusão no ouvinte, que perde o fio da meada.

    Assim, o orador deve deixar uma impressão bem definida na mente dos ouvintes de forma que a platéia possa transmitir a mensagem a outras pessoas também de forma organizada e clara.

    Para facilitar a apresentação pode-se seguir a seguinte estrutura:

    • Introdução (ou exórdio);
    • Conclusão (ou término ou peroração).

    Na segunda parte, vamos mostrar a introdução, desenvolvimento e conclusão do discurso.

    O autor dessa obra é desconhecido.

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  • Ele chegou a ser socorrido ao hospital de Santo André, mas não resistiu aos ferimentos

    O locutor da Rádio 89 FM, de São Paulo, Sandro Anderson da Silva, de 42 anos, morreu em um acidente de moto na noite deste domingo, 7, em Santo André, no ABC paulista.

    Conforme informações da Polícia Civil, ele estava em sua moto Suzuki e bateu em um poste ao fazer uma curva na Rua Ramiro Corleone, no Centro, por volta das 21h30. Silva foi levado ao pronto-socorro (PS) da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos.

    Por: Daniela do Canto, da Central de Notícias

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