O Blog do Grupo UP do Brasil
17 Jun
1. Objetivo:
2. Introdução:
Há muito tempo a arte da oratória vem ganhando notoriedade e importância. São raríssimos os comunicadores tais como jornalistas, apresentadores de televisão, radialistas, conferencistas, professores, recepcionistas, secretárias ou qualquer outro profissional que lide com o público, que não procuram aperfeiçoar sua oratória.
É praticamente uma unanimidade a noção de que aprimorar a dicção, o gestual, a expressão facial e corporal, e até mesmo a nossa apresentação física (considerada nosso “cartão de apresentação”), entre outras coisas, é fator fundamental e decisivo para o desempenho da tarefa de bem falar.
Estamos sempre nos comunicando uns com os outros e sabemos que toda relação supõe comunicação, seja falada, escrita, gesticulada ou a nossa própria aparência.
Assim, cada vez que uma pessoa se expressa enquanto outra lhe dá atenção, temos aí um orador a exercer a oratória.
3. Conhecendo o seu público
Cada platéia, cada grupo, tem suas características próprias.
4. Organização do discurso
O orador tem necessidade de organizar-se. Saber o objetivo que o leva a falar. Deve refletir sobre organização e lógica. Não pode iniciar falando de um tema e partir para outro, pois isso gera confusão no ouvinte, que perde o fio da meada.
Assim, o orador deve deixar uma impressão bem definida na mente dos ouvintes de forma que a platéia possa transmitir a mensagem a outras pessoas também de forma organizada e clara.
Para facilitar a apresentação pode-se seguir a seguinte estrutura:
Na segunda parte, vamos mostrar a introdução, desenvolvimento e conclusão do discurso.
O autor dessa obra é desconhecido.
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