O Blog do Grupo UP do Brasil
24 Oct
A vitamina D pode interromper a progressão do câncer de mama, sugere um estudo publicado nesta segunda-feira.
Cientistas do Imperial College de Londres coletaram amostras sangüíneas de 279 mulheres com câncer de mama invasivo para detectar os níveis de vitamina D, cálcio e hormônio paratireóide (PTH), este último responsável por impulsionar as concentrações de cálcio no sangue.
Entre as 75 mulheres com câncer de mama em estágio avançado, os níveis de vitamina D foram surpreendentemente baixos, mais os índices de PTH eram significativamente altos quando comparados com as 204 mulheres com câncer em estágio inicial.
Não houve diferença nos níveis de cálcio entre os dois grupos.
O artigo reconhece que o número de mulheres acompanhadas é relativamente pequeno e admite que não está claro se os níveis baixos de vitamina D foram uma causa – ou alternativamente, uma conseqüência – do câncer em estágio avançado.
Os autores teorizam que a vitamina D pode bloquear a progressão do câncer de mama em sua fase inicial.
Eles apontam para pesquisas laboratoriais anteriores segundo as quais a vitamina D interrompe a divisão das células cancerosas e encoraja as defeituosas a cometerem suicídio,
Além disso, a pesquisa sobre doenças entre as populações sugere uma ligação entre as taxas de câncer de mama e baixa exposição à luz do sol.
A vitamina D é produzida naturalmente pela exposição da pele ao sol e também está presente em peixes oleosos.
O estudo será publicado na edição on-line do Journal of Clinical Pathology, uma publicação da British Medical Association (BMA).
Fonte: UOL Saude e (AFP)
22 Oct
Um pequeno meteorito caiu sobre uma casa de campo em Troidorf, norte da Alemanha, causando um incêndio que deixou um idoso de 77 anos ferido. A informação foi divulgada hoje pela polícia alemã.
Testemunhas mencionaram que uma bola de fogo caiu do céu. Provavelmente, um meteorito de pequenas dimensões, que destruiu quase por completo o local onde o idoso estava dormindo em 8 de outubro passado.
O Observatório Espacial de Bochum, a 200 quilômetros de distância, disse que naquela noite uma massa de pequenos meteoritos passou perto da Terra e, em conseqüência, é provável que alguma parte tenha entrado no campo de atração terrestre.
Ao entrar na atmosfera, por uma rara coincidência, o meteorito caiu na casa do idoso, que ficou com feridas no rosto e nas mãos.
Fonte: da Ansa, em Berlim/
Folha Online
22 Oct
O buraco na camada de ozônio no hemisfério Sul aumentou (em superfície e em profundidade) em nível recorde, informou hoje a Administração Atmosférica e Oceânica (Noaa), da Nasa.
“De 21 a 30 de setembro, a superfície média do buraco foi a maior observada até agora, com 27,5 milhões de quilômetros quadrados”, afirmou Paul Newman, cientista do Centro de Vôos Espaciais, da Nasa. Esta superfície é maior do que o Canadá, os Estados Unidos e o setor norte do México juntos.
Um comunicado da Nasa indicou que, se as condições do clima estratosférico estivessem normais, teríamos uma área de 23 milhões de quilômetros quadrados (e não de 27,5 milhões).
A camada de ozônio protege a vida terrestre ao bloquear os raios ultravioleta do Sol. Sua redução tem especial importância nesta época do ano (quando começa o verão no hemisfério Sul). Entre outubro e novembro os raios do Sol se tornam mais verticais. O buraco na camada de ozônio fará com que a passagem da luz ultravioleta em latitudes austrais aumente.
Profundidade
Em 8 de outubro, no leste da Antártida, o instrumento de medição de ozônio do satélite Aura, da Nasa, determinou que a profundidade da camada de ozônio se reduziu a 85 unidades Dobson (medição da quantidade de ozônio sobre um ponto fixo na atmosfera). Em julho deste ano, a profundidade calculada da camada era de 300 unidades Dobson.
O mais importante é que quase todo o ozônio entre 13 e 20 quilômetros sobre a superfície da Terra estava destruído, afirmou um comunicado da Nasa. “Estes números significam que o ozônio ‘desapareceu’ nesta região da atmosfera”, afirmou David Hofmann, diretor da Divisão de Vigilância Global da Noaa.
Método
O tamanho e a profundidade da camada de ozônio na Antártida são regulados pelas temperaturas na estratosfera. Temperaturas abaixo do normal indica buracos mais extensos e mais profundos, enquanto que temperaturas maiores indicam buracos menores, segundo comunicado pela Nasa.
Fonte: da Efe, em Washington / Folha Online
22 Oct
Se algum ET existir no sistema solar, os cientistas já sabem a sua dieta: compostos de enxofre. Foram achadas bactérias em uma mina profunda sul-africana que vivem há milhões de anos sem contato com a superfície, como se imagina possa ocorrer em outro planeta.
Por serem independentes nas suas necessidades de energia, essas bactérias são as candidatas ideais para viver em ambientes hostis sob a superfície de Marte, por exemplo. Todos os outros seres vivos dependem da energia do Sol. Plantas usam a luz solar para fazer a fotossíntese e produzir carboidratos; animais se alimentam de plantas ou de outros animais.
A colônia de bactérias da divisão Firmicutes foi encontrada a 2,8 km abaixo da superfície em uma mina de ouro sul-africana e estudada por Li-Hung Lin, da Universidade Nacional de Taiwan, e mais 13 colegas de cinco países. O artigo está na edição de hoje da revista científica americana “Science”.
Micróbios semelhantes já foram detectados em muitos ambientes abaixo da superfície. “Micróbios capazes de usar substâncias inorgânicas para viver também não são uma grande surpresa. O que é único no nosso estudo é que essa comunidade microbiana não depende de produtos ou subprodutos da fotossíntese”, disse Lin à Folha.
“Nós demonstramos que sulfato e gás hidrogênio são gerados por processos geológicos para apoiar o metabolismo nos micróbios”, afirma.
Como o território sul-africano é estável, os fluidos onde estão os micróbios sofrem menos deslocamentos. As colônias ficam presas em fraturas na rocha, sem receber nutrientes de outros ambientes.
“O importante é que os micróbios usam esses nutrientes produzidos geologicamente para viver e que eles estão isolados de ambientes na superfície há 20 milhões de anos”, diz o pesquisador. “Nós esperamos que esses resultados tenham implicações para o estudo futuro ou exploração da vida em outros planetas.”
Fonte: RICARDO BONALUME NETO
da Folha de S.Paulo
16 Oct
“Em se tratando de uma caridade anônima, relacionada a causas das quais não se têm retorno, o que poderia motivar o doador?”, questiona reportagem desta quinta-feira na “The Economist”. De acordo com a revista, a neurociência explica que doar nos faz sentir bem.
Pesquisadores do National Institute of Neurological Disorders and Stroke, em Bethesda (Maryland), quiseram descobrir as bases neurais de atos altruístas. Eles pesquisaram o cérebro de 19 voluntários enquanto escolhiam se guardariam o dinheiro ou doariam. Os pesquisadores usaram as imagens de uma técnica chamada de ressonância magnética funcional, que mapeia a atividade cerebral em várias partes do cérebro. O resultado foi publicado na “Proceedings of the National Academy of Sciences” (www.pnas.org) desta semana.
O estudo foi feito da seguinte forma: distribuíram US$ 128 a cada participante. Disseram-lhes que eles poderiam doar o dinheiro anonimamente a qualquer instituição de caridade de assunto controverso (incluindo uma série de causas como aborto, eutanásia, igualdade sexual, pena de morte, energia nuclear e guerra). O participante poderia aceitar ou rejeitar as seguintes escolhas: doar o dinheiro que não lhe custou nada, doar dinheiro de seu bolso, recusar a doação e não pagar por isso, ou recusar a doação e devolver o dinheiro. Essas situações selaram um conflito entre a motivação dos voluntários em se recompensarem, ficando com o dinheiro, e o desejo de doar ou de apoiar uma causa com a qual eles se identificavam
Com este dilema em suas mentes, os pesquisadores foram capazes de examinar o que acontecia na cabeça de cada participante enquanto realizavam decisões baseadas em critérios morais. A parte do cérebro ativada quando uma doação acontecia seria o centro de recompensa do cérebro –o caminho mesolímbico–, responsável por liberar dopamina, uma mediadora da euforia associada ao sexo, dinheiro, comida e drogas, afirma a reportagem.
Quando os participantes se opuseram às causas, a parte do cérebro ativada era próxima à última. Esta área, no entanto, é a responsável por decisões envolvendo punição. Uma terceira parte também foi ativada, envolvida com decisões de conflitos de interesse próprio e morais.
Fonte:Folha Online
26 Sep
Os gatos e os homens têm a mesma região cerebral responsável pelas emoções. Esse é um dos motivos pelos quais os humanos se apaixonam pelos bichanos. No entanto, os felinos podem causar mais alergia aos seus donos que os “fiéis companheiros”, os cachorros. Pensando nisso, uma empresa californiana está vendendo gatos geneticamente modificados que não causam mal aos seus proprietários. Os gatos vendidos pela Allerca são idênticos aos encontrados nas pet shops, mas apresentam modificação no gene Fel D1 que faz com que os animais não produzam uma proteína secretada por sua pele e que causa alergia em algumas pessoas. A proteína em questão está presente na saliva e também na pele dos gatos. Quando em contato com a pele humana pode causar irritação nos olhos, coceira e vermelhidão cutânea. A idéia foi uma aposta da Allerca nos estudos do alergologista Dr. Sheldon Spector e sua equipe que desenvolveram o bichano. “Nossos estudos são únicos e mostram que os gatos produzidos pela Allerca são totalmente antialérgicos”, afirma Dr. Spector. Os animais não apresentam nenhuma alteração física durante seu crescimento. “A Allerca encontrou uma modificação natural na seqüência de genes dos gatos e isso faz com que o animal não sofra nenhuma alteração física ao longo da vida”, explica a veterinária Dr. Bernadine Cruz. Os gatos vendidos pela empresa são vacinados, têm garantia de um ano e certificado de saúde. O comprador ainda ganha três testes ao adquirir um dos bichanos: um para atestar se o ambiente é propício para o animal e dois para garantir que o dono não será alérgico ao novo companheiro. Por US$ 6.950 (cerca de R$ 14.900,00 + taxa de entrega) é possível ter um gato da Allerca no Brasil. Os animais ainda ganham assistência médica de um ano e microship identificador por esse valor. O único inconveniente de comprar um gato antialérgico é esperar até novembro de 2007 – para encomendas feitas ainda em setembro deste ano – e não poder escolher a raça e cor do animal. “Estamos desenvolvendo a diversidade de raças e a escolha de cores”, adianta a veterinária Dr. Bernadine Cruz. Terra
Fonte: Site Olhar Direto/ noticias
24 Sep
O fenômeno climático El Niño deve se manifestar com força neste ano. Segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), será a primeira vez, depois de 1997-1998, que o fenômeno terá intensidade no Brasil.
O El Niño, aquecimento anormal das águas superficiais do oceano Pacífico equatorial, começou a apresentar suas primeiras características em agosto.
“Nos últimos 15 dias, observamos que a temperatura da água, a cem metros da superfície, está de 3ºC a 4ºC acima da média”, disse Expedito Rebello, do Inmet.
Segundo o meteorologista, a tendência é que as águas aquecidas no fundo subam até a superfície.
Em 1997 e 1998, as águas superficiais do oceano Pacífico ficaram cerca de 4 C acima da média, causando um dos El Niños mais devastadores do século 20. Nessa temporada, houve seca na Amazônia e tempestades na Costa Oeste dos EUA. De 1999 ao ano passado, a temperatura das águas não subiu mais que 1,5 C.
O instituto utiliza dados oceanográficos do projeto internacional Toga (Tropical Ocean Global Atmosphere).
O El Niño afeta o clima regional e global ao mudar as condições do vento, que, por sua vez, transformam o regime de chuvas nos trópicos.
Para Rebello, o norte do Nordeste brasileiro deve sofrer mais com a seca neste ano e o Sul do país terá mais chuvas do que a média.
“Em agosto, vimos que choveu mais no Rio Grande do Sul e Santa Catarina e que as frentes frias ficaram estacionadas na região. Essas são características do El Niño”, disse o meteorologista.
O coordenador do grupo operacional de previsões climáticas do Cptec (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos), do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), Hélio Camargo, acha que é cedo para dizer se o El Niño terá mais força neste ano.
“É precoce dizer que o El Niño será mais severo em 2006. Temos de esperar”, disse Camargo.
O pesquisador afirmou que uma forte seca no semi-árido nordestino também depende das ações do oceano Atlântico, e não somente das do Pacífico.
Fonte:CÍNTIA ACAYABA
da Agência Folha
21 Sep
Um paciente chinês que havia sido o primeiro homem a receber um transplante de pênis pediu a seus médicos que retirassem o órgão duas semanas depois, devido a “graves problemas psicológicos” causados a ele e a sua mulher pelo procedimento.
A cirurgia, feita no Hospital Geral de Cantão, foi um sucesso e não havia sinais de rejeição pelo sistema imune do paciente, de 44 anos. O pênis fora removido de um homem de 22 anos com morte cerebral.
Fonte: Folha Online
21 Sep
Um grupo de pesquisadores da USP mostrou que está no caminho certo para descobrir qual é a parcela de culpa do DNA pela esquizofrenia, uma doença mental causada por uma combinação ainda indecifrada de fatores genéticos e ambientais. Ao comparar o genoma de 200 esquizofrênicos com o de 200 pessoas saudáveis, eles identificaram uma mutação que aumenta em 30% o risco de a doença aparecer.
A descoberta foi feita pelo grupo de Emmanuel Dias Neto, do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). A equipe de cientistas foi pioneira em cruzar dados das comparações entre genomas com informações sobre genes envolvidos no desenvolvimento cerebral. O gene ligado ao risco da doença, batizado como NUMBL, é um dos primeiros frutos do trabalho que o grupo desenvolve há anos.
Diagnosticada por meio de sintomas como alucinações, pensamentos confusos e emoções distorcidas, a esquizofrenia desafia a ciência por sua complexidade. Uma em cada cem pessoas desenvolve a doença, e cientistas acreditam que o acúmulo de descobertas como a do NUMBL pode um dia levar a uma compreensão da predisposição genética.
Já se sabe que pessoas com um gêmeo idêntico esquizofrênico têm alto risco (cerca de 50%) de se tornarem doentes também. Nesse contexto, correlações genéticas podem ser boas pistas para saber quais são os pré-requisitos para o surgimento da esquizofrenia.
Quebra-cabeça
Para descobrir o NUMBL, os cientistas primeiro identificaram cem polimorfismos –”letras” do DNA que variam entre as pessoas– em genes importantes para guiar a formação de neurônios no cérebro. “Nenhum desses polimorfismos foi estudado por outros grupos de cientistas”, diz Dias Neto. “A grande maioria dos estudos sobre esquizofrenia está concentrada em uns vinte genes –grupos [de pesquisa] ficam reproduzindo trabalhos uns dos outros.” Ele diz que seu grupo está estudando genes candidatos identificados por eles mesmos.
Para fortalecer a certeza sobre a descoberta, o grupo da USP reproduziu a pesquisa com dados genéticos de 684 voluntários dinamarqueses, uma população de composição genética distante da brasileira. Os resultados foram os mesmos.
O NUMBL é provavelmente só um dos vários genes envolvidos na predisposição à esquizofrenia. Já ficou claro, porém, que ele tem papel em uma cadeia de interações moleculares importante para o desenvolvimento cerebral do embrião.
Apesar de a esquizofrenia depender fortemente de fatores ambientais, a predisposição à doença pode ser determinada ainda na fase embrionária, quando o cérebro do indivíduo está se formando. Em parceria com Wagner Gattaz, também da USP, Dias Neto investiga agora a relação entre genes, a morfologia do cérebro e a ocorrência da doença.
“Seria muito simplista dizer que a genética vai explicar tudo”, afirma Dias Neto. “Mas podemos esperar descobrir que um conjunto mínimo de alterações genéticas leve à doença, quando associado a certos eventos ambientais.”
Fonte: RAFAEL GARCIA
da Folha de S.Paulo /Folha Online
8 Sep
O solo congelado da Sibéria pode estar guardando uma bomba-relógio do aquecimento global, afirma uma nova pesquisa. Conforme a Terra esquenta, gases-estufa capazes de tornar o planeta ainda mais abafado estão escapando do chão em velocidade cinco vezes maior do que o esperado.
Nesse tipo de chão, conhecido como “permafrost”, são especialmente grandes as quantidades de metano, um gás-estufa 23 vezes mais poderoso que o dióxido de carbono, principal vilão do aquecimento global hoje. Os pesquisadores temem que se instaure uma espécie de “feedback”, ou círculo vicioso.
“Quanto mais alta a temperatura fica, mais ‘permafrost’ derretemos, e maior a tendência de que surja esse círculo vicioso”, afirmou Chris Field, diretor de ecologia global da Instituição Carnegie de Washington (EUA). “Essa é a parte assustadora dessa coisa. Há vários mecanismos que tendem a ser autoperpetuadores e relativamente poucos capazes de desligar esse processo”, disse Field, que não participou do estudo, publicado na edição de hoje da revista científica “Nature” (www.nature.com).
O efeito vem basicamente da Sibéria, mas também de outros lugares, onde um tipo de “permafrost” rico em matéria orgânica congelou há 40 mil anos.
“Os efeitos podem ser enormes”, disse Katey Walter, principal autora do estudo, da Universidade do Alasca em Fairbanks. “Há muita coisa saindo, e ainda há muita coisa que pode sair.” A evaporação não deve acontecer de uma vez e levaria décadas para se completar, mas o metano e também o dióxido de carbono vão escapar do solo se as temperaturas aumentarem, afirma.
“É como uma bomba-relógio em câmera lenta”, compara Ted Schuur, da Universidade da Flórida. Nesse tipo de solo congelado, plantas ricas em carbono ficaram presas no gelo durante um período glacial que veio rápido demais. Conforme o “permafrost” derrete, o carbono contido na matéria morta é liberado na forma de metano, se estiver debaixo d’água, em lagos, como boa parte da Sibéria estudada por Walter. Se estiver no seco, o carbono é liberado na forma de dióxido de carbono (CO2).
Os cientistas ainda não sabem o que é pior. Embora o metano seja muito mais eficiente em reter calor, só dura cerca de uma década na atmosfera. Já o dióxido de carbono funciona como um cobertor atmosférico durante mais de um século, em média.
“O resumo da ópera é que é melhor deixar esse negócio congelado no chão”, diz Schuur. “Mas estamos chegando ao ponto em que mais e mais dele está indo parar na atmosfera”, afirma.
Na Sibéria, a grande quantidade de lagos complica a situação porque a água, embora fria, ajuda a aquecer e derreter o “permafrost”, afirma Walker.
Fonte: Folha de S.Paulo