O Blog do Grupo UP do Brasil
14 Jul
10. Pensamento, linguagem e emoção
A fala é composta por um dos movimentos mais finos e mais precisos que o corpo humano pode realizar. Essa condição, implica por si só, em possíveis falhas na produção articulatória.
Além disso, para que se fale algo é necessário considerar o trabalho de elaboração do pensamento em linguagem, que encontra na atividade articulatória sua principal forma de expressão. Se considerarmos que o nosso pensamento flui muito mais rapidamente do que a nossa própria fala, percebemos que falhas como hesitações, repetições de palavras, entre outras, podem surgir.
Finalizando, a emoção influência de forma definitiva os dois processos citados anteriormente (movimento preciso e pensamento). Do ponto de vista motor, devemos considerar, que as emoções experimentadas pelo indivíduo manifestam-se sempre por meio de modificações no tônus e na musculatura envolvida no processo do “falar”. De forma semelhante, quando a emoção está “ativiada” o processo de transformação do pensamento em linguagem fica prejudicado podendo gerar o “branco”.
Assim, fica claro que qualquer emoção (tensão, nervosismo…) que tome conta do indivíduo no momento de fala ficará evidente em sua voz.
11. Produção da voz
“ A voz é uma das extensões mais fortes da nossa personalidade, nosso sentido de inter relação na comunicação interpessoal, um meio de atingir o outro. E a voz só existe porque existe o outro”.
Considerações anátomo-fisiológicas da laringe:
Ressonância / articulação >> Cavidades supra – glóticas >> Som: fraca intensidade >> Pregas vocais >> duzidas >> Traquéia >> Ar dos pulmões
Assim, para uma voz clara e com alcance é necessário:
12. Dinâmica em grupo
Autor desconhecido.
Chegamos ao fim das nossas dicas de oratória!
25 Jun
8. Uso do microfone
Dinâmica: pedir para cada um ir falar no microfone.
9. Higiene Vocal
Definição:
São normas básicas que auxiliam a preservar a saúde vocal e prevenir o aparecimento de alterações e doenças.
“As normas de higiene vocal são simples devendo, portanto, serem respeitadas para que se evite o estabelecimento ou piora de algum problema vocal”.
Algumas normas básicas:
Autor desconhecido
19 Jun
5. Sugestões para a boa comunicação
Podemos considerar seis elementos fundamentais para a boa comunicação:
6. Erros da comunicação / o que impede uma boa comunicação
Aguardem as próximas dicas de Olhar, Voz e Gestos.
Autor desconhecido
18 Jun
Introdução:
O propósito da introdução é despertar a curiosidade e fazer suspense, ganhar atenção da platéia, fazer uma pequena transição lógica para entrar no assunto principal, central.
A introdução do discurso deve ser sempre curta, pois a verdadeira essência do discurso deve estar dentro do corpo do discurso.
Desenvolvimento:
É a parte mais importante do discurso, o orador vai passar aos ouvintes o que realmente está pretendendo, é aí que se encontra o verdadeiro objetivo, a finalidade da mensagem.
O que você deseja registrar na memória de seus ouvintes? Concentre-se no objetivo principal.
Conclusão:
O término de um discurso não deve apresentar nenhuma dúvida, hesitação. Algumas sugestões:
No próximo, vamos saber mais sobre a boa comunicação e os erros de comunicação.
Autor desconhecido
17 Jun
1. Objetivo:
2. Introdução:
Há muito tempo a arte da oratória vem ganhando notoriedade e importância. São raríssimos os comunicadores tais como jornalistas, apresentadores de televisão, radialistas, conferencistas, professores, recepcionistas, secretárias ou qualquer outro profissional que lide com o público, que não procuram aperfeiçoar sua oratória.
É praticamente uma unanimidade a noção de que aprimorar a dicção, o gestual, a expressão facial e corporal, e até mesmo a nossa apresentação física (considerada nosso “cartão de apresentação”), entre outras coisas, é fator fundamental e decisivo para o desempenho da tarefa de bem falar.
Estamos sempre nos comunicando uns com os outros e sabemos que toda relação supõe comunicação, seja falada, escrita, gesticulada ou a nossa própria aparência.
Assim, cada vez que uma pessoa se expressa enquanto outra lhe dá atenção, temos aí um orador a exercer a oratória.
3. Conhecendo o seu público
Cada platéia, cada grupo, tem suas características próprias.
4. Organização do discurso
O orador tem necessidade de organizar-se. Saber o objetivo que o leva a falar. Deve refletir sobre organização e lógica. Não pode iniciar falando de um tema e partir para outro, pois isso gera confusão no ouvinte, que perde o fio da meada.
Assim, o orador deve deixar uma impressão bem definida na mente dos ouvintes de forma que a platéia possa transmitir a mensagem a outras pessoas também de forma organizada e clara.
Para facilitar a apresentação pode-se seguir a seguinte estrutura:
Na segunda parte, vamos mostrar a introdução, desenvolvimento e conclusão do discurso.
O autor dessa obra é desconhecido.